Avançar para o conteúdo principal

Já apanhaste sol hoje?



Olá mamãs e papás!

[Se ainda não leram no Bloga8, aproveitam para ler aqui ;)]

Hoje venho aqui falar-vos da vitamina D também conhecida pela vitamina do sol, uma vez que a nossa exposição solar normalmente é suficiente para a produzirmos não sendo necessário o seu fornecimento através da dieta. No entanto, durante os meses de inverno, a sua produção fica comprometida, nós já não nos expomos tanto à luz solar, e quando nos expomos estamos tão agasalhados que sobra o nosso rosto que muitas vezes também está protegido por protetor solar, impedido a formação desta vitamina. Levando ao desenvolvimento de deficiência nesta vitamina tão importante para a manutenção da nossa saúde óssea, envolvendo-se com o cálcio e o fósforo.


Os adultos vão armazenado durante os meses quentes no fígado mas com os nossos filhos a história é outra, uma vez que saem de casa já besuntados com protetor solar não dando oportunidade à formação da vitamina D.

Eu defendo que logo pela manhã ou no final da tarde, nas horas de menor calor, podemos deixar o protetor de lado durante uns minutinhos, afinal parece que bastam 5 a 10 minutos de exposição solar nos braços e pernas ou mãos, braços e rosto, 2 a 3 vezes por semana, no verão é totalmente possível, se bem que poderia ser mais para os nossos pequenos formarem algumas reservas, no inverno é suficiente para evitar deficiência nesta vitamina.

A alimentação também dá uma boa ajuda, a vitamina D é uma vitamina lipossolúvel estando naturalmente presente nos alimentos de origem animal, principalmente peixes gordos como o arenque, o salmão e a sardinha e na gema do ovo. Os laticínios e as bebidas vegetais são naturalmente pobres nesta vitamina só estando presente quando são fortificados.

Estou certa que a fortificação é uma boa solução, o profissional de saúde que acompanha os vossos pequenotes de certeza que vão recomendar, mas nós pais também temos de pensar na nossa saúde, já pensaram é recorrer a suplementos também? Falem com um profissional de saúde!

Beijinhos da Cláudia e da Clarinha

Comentários

mensagens mais lidas

O Crescimento e o Percentil

Olá mamãs e papás!
Nós papás já ouvimos falar variadíssimas vezes sobre o Percentil (P) do nosso filho, mas será que entendemos o seu significado? No boletim de saúde infantil e juvenil encontrámos uns gráficos de cor azul ou rosa dependendo do género do nosso bebé, estes chamam-se curvas de crescimento infantil e são um indicador importante para acompanhar a evolução do peso e do comprimento do nosso bebé.
Durante os primeiros 12 meses de vida o bebé, em média, triplica o seu peso e o seu comprimento aumenta para o dobro, relativamente ao seu nascimento.
Desde 2013 que Portugal adoptou as recentes curvas de crescimento da Organização Mundial de Saúde (OMS), mais próximas da realidade da nossa população.
No boletim de saúde infantil e juvenil, na página 8, temos o gráfico abaixo. No eixo/linha horizontal temos a idade em meses e anos e no eixo/linha vertical temos o peso em quilogramas. As linhas curvas indicam o P, no final de cada uma há um número que o enumera, de baixo para cima,…

estou a provar novos alimentos! #o meu primeiro iogurte

Olá papás! Este post é para os bebés mais pequeninos que estão a provar novos alimentos ou vão começar em breve!
O ano passado falei-vos do iogurte de eleição para a Clarinha, aqui, hoje venho marcar mais uma vez essa opinião, se quiserem introduzir o iogurte mais cedo do que os 9 meses, o iogurte ideal é este:

Agora com nova cara, mas o mesmo equilíbrio nutricional, "o teu primeiro pingo doce" é um iogurte que pode ser introduzido a partir dos 6 meses porque a sua base é leite de transição (leite adaptado às necessidade do bebé) e não tem açúcares adicionados, ponto muito importante para os bebés!
Experimentem!
Beijinhos da Cláudia e da Clarinha

a papa perfeita parte III

Olá papás!

Mais um post sobre papas... em novembro iniciei a busca pela papa perfeita... passei pelas comerciais, aqui, e depois as caseiras, aqui... e hoje vou falar-vos das papasbiológicas... para mim uma papa 5 estrelas!
Vou falar-vos de duas marcas distintas e onde podem encontrá-las, a primeira é a Holle, a papa que desde que conheço uso de várias formas e feitios nos lanches da Clarinha. No seu leque de produtos tem papas lácteas e não lácteas.

As papas não láctea sem glúten, a partir dos 4 meses: flocos de arroz, milho-miúdo, milho-miúdo, 3 cereais, milho e tapioca, puré de abóbora.



E as papas não láctea com glúten, depois dos 6 meses: espelta, semolina (trigo), flocos de aveia, muesli (recomendo após os 12 meses, porque contém polpa de framboesa, potencial alergénico).
Eu preparo-as com leite materno morno ou até com água (70 mL) e depois misturo um iogurte natural ou fruta cozida ou ralada.

A papa láctea sem glúten, a partir dos 4 meses: sorgo. E as papas lácteas com glúten, …